Alguém, hoje ainda, talvez te procure pedindo auxílio.

Alguém que provavelmente não fale, mas que trará nos olhos ou nos próprios atos a súplica de amparo que a palavra nem sempre diz.

Alguém que terá errado, a rogar-te um gesto de simpatia, a fim de retificar-se, que se vê sob o frio da angústia, esmolando segurança, que haverá perdido afeições inesquecíveis no nevoeiro da morte, a implorar-te reconforto, que padecerá solidão, mendigando momentos de companhia.

Não te afirmes incapaz, nem te digas inútil.

Auxilia como puderes.

O Céu saberá usar-te.

Organiza as tuas prateleiras de bondade e serve esperança e coragem aos que te busquem apoio.

Oferece-te para o trabalho do bem, como te encontras e tal qual és, fazendo o melhor de ti.

Não temas!

Se desejas renovação e se tens fé, podes claramente entrar no serviço ao próximo, a colaborar no supermercado da luz, entregando as bênçãos de Deus.

 

Fonte: Psicografia de Chico Xavier, pelo Espírito Meimei.

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